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    Conselho de Cultura elabora manifesto diante das perdas culturais na Chapada Diamantina




    O Conselho Estadual de Cultura aprovou, em Sessão Plenária realizada no dia 19 de novembro, a elaboração de um manifesto diante das perdas culturais ocasionadas pelas queimadas na Chapada Diamantina. As chamas que consomem o parque deixam um rastro de destruição não somente para os bens naturais, mas também aos bens culturais, históricos e arqueológicos, principalmente de nove municípios (Morro do Chapéu, Bonito, Lençóis, Palmeiras, Andaraí, Mucugê, Ibicoara, Piatã e Rio de Contas).

    No manifesto, o Conselho Estadual de Cultura sugere que seja elaborado um plano de identificação, prevenção, recuperação, monitoramentos e valorização que assegure de modo permanente a salvaguarda desse patrimônio natural e cultural. A proposta é que o plano seja estruturado a partir de ações de curto, médio e longo prazo, sendo considerado que existens bens bens na região que já são objetos de reconhecimento oficial das instancias de patrimônio.

    Proposto pelo vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura, Emílio Carlos Tapioca, o manifesto foi produzido em parceria com a conselheira Ana Vaneska, que preside a Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural, e o conselheiro Roberto Pellegrino, gerente de patrimônio imaterial do IPAC. 

    “É um situação grave diante do rico patrimônio material e imaterial que temos na Chapada Diamantina. São monumentos, sítios históricos e arqueológicos, bem como espaços ligados aos saberes e fazeres das comunidades tradicionais. O Conselho está atento e disposto a mediar a elaboração de um plano de trabalho pela preservação e recuperação”, comentou o vice-presidente Emílio Carlos Tapioca. 



    *Crédito da foto: Mateus Pereira / Secom​

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