• Um caldeirão de pura cultura baiana

    Forró na Bahia

    Márcia Short, Juliana Ribeiro, Lia Chaves, Mariella Santiago e a Banda Didá são as atrações da noite!




    A mais pura energia da mulher baiana vai fazer a festa no terceiro ensaio do ensaio do Bloco Afro Ókánbí, dia 19 de fevereiro, quarta-feira, na Praça Teresa Batista, a partir das 20h, com entrada gratuita. É que as cantoras Márcia Short, Juliana Ribeiro, Lia Chaves e Mariella Santiago e a Banda Didá são as atrações da noite, que promoverá ainda o “caruru cultural”. Durante a noite do show, as artistas receberão o Troféu Deusa Negra Atikum, representando o talento da mulher negra na musica brasileira. “O troféu será oferecido em tributo aos 100 anos de nascimento da escritora negra Carolina Maria de Jesus, autora do livro Quarto de Despejo, uma das obras mais vendidas da literatura brasileira, sucesso mundial traduzido em 13 idiomas”, explica a jornalista Zezé Barbosa, produtora dos ensaios e idealizadora do tema. 

    Ao som afro cubano da Banda Okanbi Afro Pop ,comandada pelo percussionista Jorjão Bafafé, a noite promete ser marcada pela diversidade de ritmos e estilos musicais, o que já se tornou uma pratica nos ensaios do bloco. “Posso garantir que vai ser uma noite mágica”, revela Jorjao Bafafe. Segundo ele, Mariella Santiago une em seu canto elementos do jazz, da musica eletrônica e da tradição afro baiana gerando um som contemporâneo e urbano . Juliana Ribeiro, explica, também trabalha muito bem a diversidade rítmica harmonizando jongo, semba, batuque ijexa e outros ritmos que se integram muito bem ao som afro cubano do bloco Ókánbí.

    A cantora Lia Chaves, considerada pelo publico como uma “blues woman”desenvolve um trabalho a partir das raízes do soul, do blues e do candomblé,e costuma emprestar uma nova roupagem a canções de compositores baianos já consagrados revela o percussionista . “Marcia Short tem uma historia dentro do axá music e com uma voz gigante e criativa, põe qualquer platéia para cantar e dançar ao som do que há de melhor na musicalidade do carnaval. Já a Banda Dida representa a competência, a graça e a doçura da presença da mulher na percussão da Bahia”, conclui o percussionista.


    Fonte: DP Assessoria

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