• Um caldeirão de pura cultura baiana

    Forró na Bahia

    Cinéfilos de plantão...





    Vi este filme hoje não por ser Dia dos Namorados. Simplesmente porque “calhou”.  E  devo comentar que esse filme NÃO É uma comédia romântica. É muito mais! Um papo com a vida, posso comentar. Não é O filme, mas é imperdível sim. A atuação de Aaron Eckhart está muito legal. É um cara normal que virou escritor por acaso com a dor da morte da esposa. Daí você pode imaginar o que o filme traz de lágrimas. Não são muitas não. Mas também depende MUITO de como anda a sua vida...talvez alguma das histórias te pegue pelo pé e você “ande” para o restante do roteiro. O fato é que, definitivamente, não estamos falando  de um romance sessão da tarde. Não estamos falando de um filme de ação, de suspense. Mas de um filme calmo, intenso e , se você deixar se levar, bem profundo. Indico! =]  Ah esqueci:  Jennifer Aniston não foi tão feliz não...apática... Mas por incrível que pareça, achei que deu liga entre ela e Aaron.... 



    Rachel McAdams e Diane Keaton, junto com Harrison Ford, conseguem passar a mesmíssima mensagem de “O Diabo Veste Prada”. Até porque é o mesmo produtor e a ideologia é a mesma. Indico porque passa a questão do “superar-se no trabalho” . Não vale à pena contar a história. Só vale vocês saberem que é um mote de superação! E Rachel McAdams  junto com Diane Keaton estão insuperáveis.  Rachel com seu jeito meio extrapolado de ser, de viver e de trabalhar, encanta e faz você torcer para que ela consiga virar sua vida, tanto amorosa quanto profissional. Já Diane é coisa de louco perceber que quanto mais velha, melhor na tela. A idade para essa atriz só faz trazer mais felicidade de vê-la na telona. Sua personagem é cheia de manias e trejeitos que ficam super bem encaixados no contexto.

    Já Ford, que criatura apática! Sim, é o caminho do personagem dele, mas eu que sou fã desde sempre, odiei a “caricatura” que ele fez . Não me convenceu, mas chama a atenção quando ele finalmente descobre que pode se acertar novamente na vida profissional.

    Não é um filme imperdível, mas MUITO interessante. Tanto para ver o mote de “sim, eu posso fazer isso”, quanto pela atuação das duas atrizes principais. E a minha conclusão para este filme é a seguinte... O que você prefere: trabalhar em um ambiente em que a equipe vira a tal família  ou ter sucesso só?


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